Polícia investiga furto e fraude em pagamento de boletos

A Polícia Civil investiga um furto mediante fraude a consumidores de Macatuba. Eles pagavam boletos diversos e entre fevereiro de maio foram vítimas dos crimes de estorno ou não pagamento das dívidas como contas de água e luz e até parcelas de veículos. O delegado Marcelo Bertoli Gimenes confirmou em entrevista que instaurou inquérito policial para investigar o caso. A loja, suspeita do golpe, encerrou suas atividades há cerca de 15 dias. Uma das sócias, que ressarciu cerca de 5 mil dos prejuízos, foi quem denunciou o crime à polícia.
De acordo com Gimenes, as pessoas deixavam contas, em confiança, para o pagamento e elas não eram pagas. Em outros casos, as vítimas recebiam a parcela paga, autenticada, mas o dinheiro era imediatamente estornado. "Tivemos acesso aos extratos, e isso vem ocorrendo desde o mês de fevereiro", estima o delegado, ao afirmar que dezenas de pessoas foram vítimas do golpe. O crime só foi descoberto, a partir do momento que as pessoas que pagaram parcelas de veículos foram cobradas pela financeira, conta Gimenes.
Até a última sexta-feira, 3 de junho, 9 pessoas registraram Boletim de Ocorrência (BO), mas dezenas de pessoas foram vítimas, segundo o delegado, prejuízo que chega a cerca de R$ 30 mil. "Instauramos inquérito de  furto qualificado mediante fraude", explicou o delegado, ao revelar que os pagamentos eram feitos em dinheiro.
Ele explicou que o crime não cabe pedido de prisão preventiva ou temporária, já que as suspeitas têm residência fixa e estão atendendo as intimações da polícia. Disse que uma das sócias da loja já prestou depoimento, não negou e nem confirmou os crimes, e passa a ser uma das suspeitas do golpe.
Constituir advogado
Marcelo Bertoli Gimenes orientou que as vítimas procurem a polícia, registrem boletim de ocorrência (BO) e contratem advogado para tentar reaver o prejuízo financeiro (cível), já que a polícia está fazendo a sua parte (criminal).
Na opinião do  delegado, ao final do inquérito policial que será remetido ao Ministério Público e Judiciário, as suspeitas (ou suspeita) do crime podem ser presas, já que as penas de dois a oito anos devem acumular por conta das várias vítimas.

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