Homem é encaminhado à UPA após desobedecer autoridades e dirigir embriagado

Indivíduo estava com uma criança de seis anos no carro e resistiu à abordagem, entrando em luta corporal com a equipe

Um indivíduo se feriu após entrar em luta corporal com a Polícia Militar na madrugada de quarta-feira (12), por volta das 4h. Dirigindo embriagado, o homem resistiu à abordagem policial e agiu de forma agressiva, colocando em risco a própria filha, uma menina de seis anos que estava no banco do passageiro. Ferido, ele foi encaminhado à UPA (Unidade de Pronto Atendimento).

Informações fornecidas pela Polícia Militar explicam que uma equipe estava atendendo uma ocorrência quando avistou um veículo, modelo Fiat/Palio, encalhado entre a Avenida Carlos Drummond de Andrade e um acesso de terra pela Rodovia Marechal Rondon.

Desembarcando da viatura para verificar o ocorrido, os agentes se depararam com G.A.C., de 38 anos, aparentemente embriagado, e sua filha, L.C., de apenas seis anos. Assustada, a criança segurava um copo grande de bebida alcoólica.

Diante dos fatos, os agentes ordenaram que o homem saísse do carro com as mãos na cabeça, ao mesmo tempo em que tentavam acalmar a criança, mas G.A.C. se recusou a sair do carro e começou a se mostrar mais agressivo com o tempo. Após alguns minutos, ele finalmente saiu do veículo, mas resistiu à abordagem e à revista pessoal.

Os policiais, que estavam sem algemas, chegaram a efetuar dois disparos com o taser de choque em seu peito e costas, mas a ação não surtiu efeito e o indivíduo continuou a resistir. Populares que estavam no local acompanharam a ação e socorreram e abrigaram a criança enquanto a equipe aguardava a chegada de apoio e continuava a tentar conter G.A.C.

Com a chegada de outra viatura, foi possível algemar o indivíduo. A PM solicitou, então, o Resgate Integrado, que encaminhou o homem até a UPA (Unidade de Pronto Atendimento). O médico de plantão informou à equipe que, ainda muito agressivo, o indivíduo teve que ser medicado três vezes e, ainda sem se acalmar, teve que ser amarrado à maca.

A Polícia Militar tentou entrar em contato com o plantão do Conselho Tutelar, mas não teve sucesso. A mãe da criança, ex-esposa do indivíduo, V.S., de 45 anos, foi identificada e ficou responsável por L.C. Um Boletim de Ocorrência da Polícia Civil foi elaborado por desobediência e resistência.


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