Como vacinar um mundo doente?

Enfim, 2021! Creio que a grande maioria da população nunca brindou “saúde” de forma tão literal como nesta virada de ano!

Começo este novo ciclo desejando que seus maiores desejos sejam realizados, e faço um convite a mergulhar neste texto para uma reflexão.
Tivemos um 2020 muito diferente e desafiador, nossa saúde física e, principalmente, mental foi testada ao extremo. Mas cá estamos, uns mais fortes, outros mais fracos; uns com novos empregos, outros à luta; uns reclusos prevenindo sua saúde, outros mais expostos.

A Covid-19 passou a ser um inimigo invisível e silencioso que não escolhe suas vítimas por raça, condições sexuais, poder aquisitivo ou posição social. Ela busca suas vítimas de forma aleatória e se propaga conforme as decisões de seu alvo, as nossas próprias ações.

Cito essas ações, pois deve partir de nós a preocupação com o próximo, executar todos os protocolos para a prevenção de contaminação: usando máscaras, lavando sempre as mãos, mantendo distância, higienizando o que usamos de forma compartilhada com os outros e nos ausentando quando possível.

Hoje, também temos as opções de vacina, que são muitas, mas entramos com novos dilemas: Qual é mais eficaz? Qual será aprovada? As vacinas são somente jogadas políticas? O vírus realmente existe? Quem será nosso salvador?

Por que, então, não podemos trabalhar rumo a uma luta equivalente a deste inimigo em comum?

E se verdadeiramente fossemos à luta da mesma forma que o vírus define seu oponente? Como seria se todos estivéssemos unidos sem definição de estereótipo? E se formássemos um organismo único com um mesmo objetivo? Saúde! E como seria se pudéssemos duvidar um pouco mais de nossas verdades absolutas? Por uma perspectiva, questionamos e lutamos por resultados, mas, por outra, ainda colocamos à frente nossas opções e preferências políticas. Ainda temos pessoas divididas entre quem acredita e quem não acredita na doença, enquanto outros morrem ou passam dias em hospitais. Temos competições de quem fala a verdade ou não.

Minhas palavras são somente para fazermos esta reflexão de forma empática. Então, como vacinar um mundo doente? O que posso fazer pelo próximo se sei que este faz, também, grande influência em mim? Por menos inimigos e mais conquistas, ajuste o foco e vai para cima!


Bruno Baleche

BRUNO BALECHE – Sócio-fundador e CEO da Efocco Instituição de Ensino, sócio-fundador da Focus Gestão Ocupacional e sócio da SIS Tecnologia, Bruno Baleche é formado e Publicidade e Propaganda pela Universidade Metodista de São Paulo e possui diversas especializações nas áreas de Marketing e Liderança. Nesta coluna, trata de temas relacionados ao desenvolvimento pessoal.


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