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Autor de homicídio é condenado a 22 anos de prisão
Guilherme Henrique Carducci, de 25 anos, é responsável por matar e queimar o corpo de Vagner Furtado de Moura, em 2017
Autor de homicídio é condenado a 22 anos de prisão
CONDENAÇÃO - Após sessão de júri popular, Guilherme Carducci foi condenado a 22 anos de prisão em regime fechado (Foto: Divulgação)
Foi condenado na última terça-feira (6), após uma sessão do júri popular realizada em Lençóis Paulista, o homem acusado de matar e colocar fogo no corpo de Vagner Furtado de Moura, de 38 anos. Após três horas de sessão, Guilherme Henrique Carducci, de 25 anos, foi condenado a 22 anos de prisão em regime fechado pelo crime praticado em janeiro de 2017.
A audiência foi realizada na Câmara Municipal de Lençóis Paulista por conta de reformas que estão sendo executadas no Fórum local. O julgamento durou cerca de três horas e segundo a acusação do Ministério Público, Guilherme Henrique Carducci matou Vagner Furtado de Moura porque não queria que ninguém soubesse que os dois mantinham relações sexuais.
O jovem, que à época do crime tinha 22 anos, foi condenado por homicídio com três qualificações: motivo torpe, de forma cruel e por dissimulação, ou seja, por atrair a vítima para o local do crime de maneira premeditada.
Guilherme Henrique Carducci foi considerado culpado e recebeu pena de 22 anos e seis meses de prisão pelo assassinato do estoquista lençoense de 38 anos. O acusado já estava preso desde março de 2017, por dois anos e cinco meses, e vai cumprir o restante da pena em um presídio da região.
O CRIME
Considerado o primeiro homicídio do ano, registrado em janeiro de 2017, o estoquista Vagner Furtado de Moura ficou dois dias desaparecido até a Polícia Militar encontrar seu corpo em uma área de mata no bairro rural Faxinal, às margens do Córrego Faxinal, em Lençóis Paulista, com marcas de agressão na cabeça e o corpo parcialmente queimado.
Segundo a investigação da Polícia Civil, o autor do crime teria atraído Vagner para uma área afastada da cidade e, depois de agredi-lo, ateou fogo ao corpo quando a vítima ainda estava viva. A causa da morte foi por asfixia pela fumaça. Carducci foi preso quatro dias após a localização do corpo.
De acordo com a Polícia Civil, o suspeito confessou que matou a vítima depois de pisar em seu pescoço. Na ocasião, o jovem alegou à polícia que a vítima era apaixonada por ele e o perseguia, insistindo em um relacionamento que, segundo ele, nunca existiu.
No julgamento desta terça-feira, porém, Carducci admitiu em seu depoimento que mantinha um relacionamento com a vítima e que saiu com Vagner pelo menos três vezes. Ainda de acordo com a investigação, Carducci ainda teria ido até um posto de combustíveis para comprar gasolina com a qual ateou fogo no corpo de Vagner. Câmeras de segurança do posto flagraram o suspeito comprando o combustível.
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