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O ECO anuncia reedição do livro “Grandes Famílias”
Projeto lançado em 2003 pela Folha Popular terá versão revisada e atualizada
O ECO anuncia reedição do livro “Grandes Famílias”
PROJETO - Capítulos publicados nas edições de sábado serão compilados em reedição do livro “Grandes Famílias” (Foto: Reprodução)
O ECO se prepara para dar início a mais um projeto editorial que busca o resgate e a preservação da história de Lençóis Paulista. Mantendo a essência que carrega desde seus primórdios, ainda sob a batuta de seu fundador, o saudoso jornalista e historiador Alexandre Chitto, o jornal inicia no mês de julho a publicação de uma série de fascículos que irão compor uma edição revisada e atualizada do livro “Grandes Famílias de Lençóis Paulista e Macatuba”.
Lançado no ano de 2005 pela extinta Folha Popular (FP), que no ano seguinte se fundiu ao próprio O ECO, o livro “Grandes Famílias de Lençóis Paulista e Macatuba” surgiu a partir de um projeto idealizado pelo empresário e jornalista Moisés Rocha, então proprietário de ambos os jornais. A publicação, que teve excelente repercussão entre os leitores e famílias que tiveram parte de suas histórias retratadas, foi um compilado de fascículos publicados entre dezembro de 2003 e dezembro de 2004 nas edições de sábado da FP.
A primeira edição do “Grandes Famílias”, coordenada pelo próprio Moisés Rocha, foi escrita pelos jornalistas Marcos Paulo da Silva e Conceição Giglioli Carpanezi, que tiveram consultoria do historiador Edson Fernandes e direção editorial da também jornalista Marister Morais. O trabalho, que foi desenvolvido ao longo de intensos meses de pesquisa, levantamentos, captação de entrevistas e produção editorial e gráfica, contou com a colaboração de uma equipe de cerca de 20 profissionais de diversas áreas da comunicação.
O resultado foi a publicação de 2 mil exemplares do livro, que contou com patrocínio do Grupo Lwart e da Zilor Energia e Alimentos (na época Zillo Lorenzetti) e apoio da Prefeitura Municipal e do Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial). Impresso em 238 páginas, o “Grandes Famílias de Lençóis Paulista e Macatuba” contou a história de luta e conquistas de 54 famílias. Imigrantes de outros países, pessoas vindas de outros estados ou nascidas aqui mesmo, na região. Pessoas de garra e de fibra, cidadãos lençoenses e macatubenses, de nascença ou de coração, que se estabeleceram 
De acordo com o empresário José Antônio Foganholi, o Pardal, novo proprietário do ECO, que assumiu o comando do jornal no final de abril, é com a mesma proposta de resgatar um pouco dessas histórias e homenagear cada uma das famílias, que O ECO relança o projeto no próximo mês. Segundo ele, um dos fatores que motivaram a decisão de publicar uma reedição do livro foi a grande procura por exemplares, que, devido à tiragem limitada, acabaram se esgotando por conta da grande demanda de leitores interessados no assunto.
“A primeira edição do livro foi lançada em 2005, há quase 15 anos, mas muitas pessoas ainda procuram por exemplares até hoje. É um importante registro de nossa história e isso não pode ficar limitado a apenas alguns leitores. Assumi o jornal com o compromisso de manter viva essa história. Nada melhor do que começar colocando em prática um projeto como esse. Tivemos várias conversas a respeito e decidimos não apenas publicar uma segunda edição, mas publicar uma edição revisada e atualizada, trazendo fatos novos e contemplando outras famílias que não entraram na primeira edição”, explica Pardal.
Ainda segundo o empresário, outra mudança em relação ao primeiro livro será a separação entre lençoenses e macatubenses. A ideia é que a reedição do “Grandes Famílias” inclua apenas as famílias de Lençóis Paulista, para que as histórias das proles de Macatuba sirvam como enredo para a produção de um segundo livro que será lançado na próxima etapa do projeto. Dentro do planejamento editorial também está em estudo a produção futura de edições com famílias das outras cidades da área de cobertura do jornal.
PROJETOS
Por falar em planejamento, Foganholi adianta que O ECO também se prepara para a implantação de outros projetos que devem se somar às edições impressas. O foco inicial é o trabalho voltado às plataformas digitais, como o site (www.jornaloeco.com.br) e as redes sociais. A partir da próxima semana, inclusive, o jornal promove uma importante mudança, passando a circular apenas aos sábados com a edição impressa, mantendo atualização diária na internet e buscando levar a notícia com mais rapidez ao leitor, com a mesma credibilidade e critério que marcam a trajetória de 81 anos do jornal.
“O mundo está constantemente em transformação e não podemos ignorar o fato de que o perfil de nossos leitores também está. Em 2016, O ECO promoveu uma grande mudança com o lançamento do novo site. Nesses mais de três anos e meio no ar, o número de acessos cresceu consideravelmente. Hoje, para se ter uma ideia, são quase 150 mil acessos mensais, com uma média de 40 mil usuários únicos. Nossos relatórios apontam que mais de 80% dos acessos partem de celulares. É uma nova realidade a qual pretendemos dar mais atenção a partir de agora. Muitas pessoas, sobretudo as mais jovens, já se habituaram a ter a notícia, literalmente, na palma de suas mãos. Vamos nos aproximar mais desses leitores, sem deixar, porém, de dar atenção àqueles que ainda não dispensam a leitura do impresso. Este é o ECO que queremos, um ECO para todos”, completa Pardal.
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