Preservar para prosperar
Preocupada com o meio ambiente, Ascana investe na conservação e recuperação de matas ciliares
Preservar para prosperar
DE OLHO NO FUTURO - Ao longo dos últimos anos milhares de árvores foram plantadas pela Ascana em Áreas de Preservação Permanente (Foto: Divulgação)
O respeito e a preocupação com o meio ambiente sempre foram marcas registradas da Ascana (Associação dos Plantadores de Cana do Médio Tietê). Antes mesmo de o tema começar a ser discutido mais amplamente na sociedade, a entidade, que representa quase 500 associados espalhados por toda a região Centro-Oeste do estado de São Paulo, já pautava seu trabalho pelo desenvolvimento sustentável, sempre buscando garantir a preservação dos recursos naturais.
Responsável pela produção anual de aproximadamente 8 milhões de toneladas de cana-de-açúcar, utilizadas como matéria prima para a fabricação de açúcar, etanol e energia elétrica nas usinas do Grupo Zilor Energia e Alimentos (Usina Barra Grande, em Lençóis Paulista, e Usina São José, em Macatuba), a Ascana atua em conformidade com uma série de diretrizes que garantem que suas atividades resultem no mínimo de impacto ambiental, tudo rigorosamente de acordo com a legislação vigente.
Além disso, a associação desenvolve diversos trabalhos ligados à preservação do meio ambiente, desde ações que tem como foco a educação ambiental, como o Projeto Ascana e Corteva na Escola, pelo qual já passaram milhares de alunos das redes públicas de ensino de Lençóis Paulista, Pederneiras e Macatuba; até intervenções que visam a conservação e a recuperação de Áreas de Preservação Permanente (APP), localizadas em propriedades utilizadas para o plantio de cana-de-açúcar.
Segundo Luiz Carlos Dalben, ex-presidente e atual conselheiro da Ascana, ao longo dos últimos anos diversas áreas que estavam degradadas foram recuperadas, principalmente nas bacias hidrográficas dos rios Lençóis e Tietê. Projetos realizados com apoio de fornecedores, parceiros e também do poder público resultaram no plantio de milhares de mudas de árvores nativas da região, mudando drasticamente o cenário de locais antes comprometidos.
“Nossa filosofia vai ao encontro da preservação ambiental. Hoje em dia ninguém derruba mata para plantar cana, muito pelo contrário. Todos os produtores realizam plantios de árvores para a conservação de matas ciliares, porque sabem a importância que isso tem. Só para ter uma ideia, nos últimos 20 anos, tem se utilizado praticamente as mesmas áreas para cultivo, mas produzindo mais com investimento em tecnologia. Isso é pensar de modo sustentável”, relata Dalben.
A produção da cana-de-açúcar, por si só, já tem um forte apelo ambiental, pois resulta na geração de energia limpa através do bagaço, além da fabricação do etanol, que emite até 90% menos gases do efeito estufa na comparação com a gasolina. A consciência ambiental está presente desde o início do processo. Segundo Dalben, uma das principais ações é a diminuição cada vez maior da utilização de defensivos agrícolas, que têm sido substituídos por agentes biológicos para o controle de pragas.
“O meio ambiente passou a ter uma importância muito grande na agricultura. Hoje, o Brasil possui cerca de 8,5 milhões de hectares de plantio de cana, sendo que em cerca de 4 milhões são utilizados agentes biológicos, o que nos coloca no topo do ranking mundial. Seguimos uma linha muito ligada à questão ambiental e nem poderia ser diferente, pois somos cientes de nossas responsabilidades”, finaliza o conselheiro da Ascana.
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