Bolsonaro passa Alckmin na briga pela Presidência
Deputado federal tem 25% das intenções de voto em Lençóis; ex-governador soma 22%
Bolsonaro passa Alckmin na briga pela Presidência
DISPUTA - Bolsonaro lidera corrida para Presidência, mas aparece empatado com Alckmin dentro da margem de erro da Pesquisa Propagare/O ECO(Divulgação)
A corrida presidencial teve uma pequena reviravolta entre os eleitores de Lençóis Paulista. É o que aponta a mais recente Pesquisa Propagare/O ECO, realizada entre os dias 14 e 16 de setembro. De acordo com o levantamento, que ouviu 302 pessoas residentes em diversas áreas da cidade, Jair Bolsonaro (PSL), o deputado federal pelo Rio de Janeiro, ultrapassou Geraldo Alckmin (PSDB), ex-governador de São Paulo, e agora lidera a disputa na cidade, com 25% das intenções de voto contra 22% do candidato tucano.
Na primeira pesquisa, realizada entre os dias 12 e 15 de maio e publicada na edição do dia 6 de junho do Jornal ECO, Alckmin liderava com 26%, enquanto que Bolsonaro somava 20% das intenções de voto. Considerando o resultado da segunda pesquisa, que para o total da amostra tem margem de erro de 5,6 pontos percentuais para mais ou para menos, com coeficiente de confiança de 95%, os dois candidatos aparecem tecnicamente empatados na disputa pela Presidência da República.
Entre os demais candidatos, o segundo pelotão é liderado por Marina Silva (REDE), ex-senadora pelo Acre, que caiu de 11% da primeira pesquisa para 8%. Fernando Haddad (PT), ex-prefeito de São Paulo, subiu de 3% para 4% e agora aparece na quarta colocação, logo à frente de Ciro Gomes (PDT), ex-deputado federal pelo Ceará, que caiu de 5% para 4%.
Completam a lista os candidatos João Amoêdo (NOVO), com 3%; Henrique Meirelles (MDB), com 2%; Álvaro Dias (PODE) e Guilherme Boulos (PSOL), ambos com 1%; e Cabo Daciolo (PATRI), com 0,3%. José Maria Eymael (DC), João Goulart Filho (PPL) e Vera Lúcia (PSTU) não pontuaram na pesquisa. 19% dos entrevistados declaram que votariam em branco ou anulariam o voto; outros 12% se disseram indecisos ou se abstiveram de votar.
O levantamento feito entre os dias 14 e 16 de setembro ouviu 302 eleitores em suas residências, distribuídos proporcionalmente segundo cotas pré-definidas de sexo e faixa etária baseadas em informações do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e regiões geográficas definidas a partir de dados disponibilizados pelo Censo 2010 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A margem de erro para o total da amostra é de 5,6 pontos percentuais para mais ou para menos, para um coeficiente de confiança de 95%. Contratada e realizada pela Propagare Digital Estratégias e Comunicação Social, a pesquisa está registrada sob os números SP-05919/2018 e BR-05036/2018.
Bolsonaro também segue como o mais rejeitado pelo eleitor lençoense
Apesar de ter assumido a liderança da corrida presidencial, Jair Bolsonaro (PSL) continua como o candidato mais rejeitado pelo eleitorado lençoense. De acordo com a Pesquisa Propagare/O ECO, que perguntou aos eleitores em quais candidatos eles jamais votariam para presidente, o deputado federal tem 32% de rejeição. O número representa mais do que o dobro do segundo colocado, Geraldo Alckmin (PSDB), que aparece com 14% de rejeição, pouco acima de Fernando Haddad (PT) e Marina Silva (REDE), ambos com 13%, e de Ciro Gomes (PDT), que tem 10% de rejeição.
No segundo bloco, João Amoêdo (NOVO) aparece como o mais rejeitado, com 7%. Álvaro Dias (PODE), Guilherme Boulos (PSOL) e Henrique Meirelles (MDB) têm 6% de rejeição, um ponto a mais do que Cabo Daciolo (PATRI), que soma 5%. José Maria Eymael (DC), João Goulart Filho (PPL) e Vera Lúcia (PSTU) não foram citados. 10% dos eleitores lençoenses rejeitaram todos os candidatos; outros 16% se disseram indecisos ou se abstiveram de votar.
 
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