Manter a mente ativa pode ajudar a prevenir o Alzheimer
Cérebro saudável é tema do mês de conscientização sobre a doença no Supera
Manter a mente ativa pode ajudar a prevenir o Alzheimer
MENTE ATIVA - Enfrentar o declínio cognitivo natural relacionado ao envelhecimento está se tornando uma prioridade máxima (Foto: Divulgação)
Sexta-feira (21) é o Dia Mundial da Conscientização Sobre o Alzheimer, uma doença que, infelizmente, ainda não tem cura, mas que pode ser prevenida de diversas formas, como, por exemplo, mantendo a mente ativa. Por este motivo, durante todo o mês de setembro, o Supera Ginástica para o Cérebro promove oficinas gratuitas de memória para pessoas de todas as idades em suas mais de 300 unidades espalhadas pelo Brasil. A ação visa incentivar a população a cuidar da saúde do cérebro e conscientizar acerca dos benefícios de exercitá-lo sempre.
“Toda a população está convidada a conhecer nossas ferramentas que tiram o cérebro da zona de conforto de forma divertida e desafiadora. Além de melhorar a performance, os exercícios para o cérebro são importantes para a aprendizagem e o adiamento de declínio cognitivo”, comenta Antônio Carlos Perpétuo, presidente fundador do Método Supera, que conta com uma unidade em Lençóis Paulista.
Ficar mentalmente ‘afiado’ e enfrentar o declínio cognitivo natural relacionado ao envelhecimento está se tornando uma prioridade máxima, uma vez que a expectativa de vida está aumentando em todo o mundo. Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o Brasil terá em 2030, pela primeira vez na história, mais idosos do que crianças, sendo que para 2050 a previsão é de que a cada três brasileiros um terá idade superior a 60 anos.
“A expectativa de vida aumentou, mas de nada adianta chegar aos 90 anos sem independência e saúde mental. Com cérebro ativo, é possível manter-se jovem, trabalhando, viajando, empreendendo e comemorando novas conquistas. A ginástica cerebral promove bem-estar, qualidade de vida e, principalmente, longevidade”, acrescenta o fundador do Método Supera.
Perda cognitiva começa antes mesmo dos 30 anos
A neurociência já comprovou que o cérebro começa a apresentar declínio do desempenho cognitivo antes mesmo dos 30 anos de idade, quando temos os primeiros lapsos de memória, dificuldades para se concentrar e lentidão de raciocínio. Um estudo realizado pela Universidade da Virgínia, nos Estados Unidos, concluiu que as habilidades cognitivas e as conexões neurais começam a sofrer uma queda a partir dos 25 anos de idade.
A boa notícia é que o cérebro compensa parte do declínio cognitivo baseando-se em experiências e conhecimentos adquiridos. Isso significa que seguir aprendendo coisas novas e ocupando a cabeça com experiências e informações de qualidade, mantendo a mente ativa podem ajudar a compensar parte da perda cognitiva.
“A ginástica para o cérebro ativa as conexões entre os neurônios, que nós chamamos de sinapses. Assim, conquistamos uma rede de neurônios mais forte e robusta, fazendo com que as habilidades sejam desenvolvidas com base no conceito de neuroplasticidade cerebral, ou seja, a capacidade que o cérebro tem de se modificar de acordo com estímulos”, relata Solange Jacob, diretora Pedagógica Nacional do Método Supera.
Alunos aprovam resultado da ginástica cerebral
Novidade, variedade e desafio crescente: é disso que o cérebro precisa para se manter ativo e saudável e é exatamente essa a base da metodologia das aulas de ginástica para o cérebro. Os alunos da rede Supera são as maiores provas dos benefícios da ginástica cerebral. Em 12 anos, mais de 100 mil pessoas já treinaram o cérebro através do método e podem dar depoimentos positivos sobre seus resultados.
“Eu sentia necessidade de exercitar o cérebro, principalmente porque tenho caso de Alzheimer na família. O curso veio em boa hora, com minha aposentadoria. Percebi melhoras na memória, nas atividades do dia a dia, como lembrar onde guardei as coisas, horários de consultas médicos e outras tarefas”, afirma Maria Santana de Souza, de 71 anos, aluna do Supera Londrina, no Paraná.
“Depois que comecei a praticar ginástica para o cérebro, retenho com muito mais facilidade o que leio ou escuto, além de conseguir fazer até cálculos mentalmente. Também ajudou a melhorar minha autoestima e segurança, o que faz com que eu me posicione melhor diante de várias situações do cotidiano”, conta Priscila Webber, de 36 anos, aluna do Supera de Passo Fundo, no Rio Grande do Sul.
 
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