Questão de vocação
Ighor Godoy Morales comemora o Dia do Veterinário contando um pouco sobre sua profissão
Questão de vocação
AMOR PELA PROFISSÃO - Ighor Godoy Morales atua como veterinário há nove anos (Foto: Flávia Placideli/O ECO)
Neste domingo (9), se comemora o Dia do Médico Veterinário, data que celebra a ação de todos os profissionais responsáveis pela saúde dos animais, desde os domésticos, como os cães e gatos, até os silvestres e selvagens, que vivem na natureza. Pessoas como Ighor Godoy Morales, que acreditam que mais do que cuidar de qualquer animal é necessário, sobretudo, amá-lo e respeitá-lo. 
“Ser veterinário é dedicar parte do seu ser e do seu dia à arte de salvar vidas. Quando isso, felizmente, acontece, fazemos não só amizade com os donos, mas também com os bichinhos, que retribuem e agradecem com o olhar. Isso não tem dinheiro que pague”, ressalta Morales, de 33 anos, médico veterinário que atua na profissão há nove anos, em Lençóis Paulista.
A paixão do lençoense pelos animais surgiu logo na infância. Sempre rodeado por muitos animais de estimação, ele conta que a escolha pela profissão não foi uma decisão muito difícil em sua vida, já que queria, além de cuidar de seus próprios bichinhos, poder fazer mais por eles e pelos outros animais. Com tanto amor envolvido, seu destino não poderia ter sido diferente. Se formou em 2009 e, pouco tempo depois, já estava atuando na área.
“Como sempre gostei muito de animais, desde a minha infância, pensei em seguir a carreira. Por conta desse carinho que já existia, essa decisão estava bem clara em minha cabeça. O que mais gosto é saber que hoje, como profissional que escolhi ser, eu posso contribuir para o bem-estar dos animais e, muitas vezes, salvar vidas. Isso me deixa realmente feliz pela minha escolha e pela minha paixão pelos animais, que aumenta a cada dia, a cada final de expediente”, comenta. 
Mesmo a profissão sendo muito admirada e querida por quem a pratica, o veterinário também destaca que existem dias bastante exaustivos, como em muitas outras áreas, pois é necessário estar sempre de prontidão. “Ser veterinário é também não ter hora para dormir, não ter hora para acordar e estar sempre disponível para oferecer o que eles precisam”, explica.
Mesmo oferecendo todo cuidado e tratando com profissionalismo todos os animais, Morales comenta que existem situações que, infelizmente, não têm um final feliz e que o deixa tão triste quanto os próprios donos dos bichinhos. “O que menos gosto é quando, mesmo com toda atenção e cuidados aplicados, não é possível salvar a vida de um animal. Isso me deixa muito triste”, ressalta.
O veterinário ainda destaca que a profissão vem ganhando cada vez mais espaço, porque muitas pessoas, a cada dia que passa, estão tratando seus animais como verdadeiros membros da família. “Nós, profissionais, precisamos estar cada vez mais capacitados e preparados para atender a todas as demandas dos clientes, pois existem animais que são verdadeiros filhos para muitas famílias e precisamos proporcionar todo o cuidado e respeito que eles merecem”, completa.
É muito comum as pessoas acreditarem que o amor aos animais é suficiente para fazer alguém se tornar um médico veterinário. Morales acredita que não é bem assim e que é na dedicação que se descobre a verdadeira paixão pela profissão. “Conviver com os animais e poder exercer essa profissão é um privilégio para nós seres humanos”, finaliza o lençoense, que fora do consultório dedica seu tempo e atenção aos seus amados companheiros, os gatos Chavinho e Ágatha, e os cães Melissa, Hanna e Thor.
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