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Após empate com a Suíça, Brasil enfrenta Costa Rica
Futebol apresentado na estreia divide opiniões de torcedores lençoenses
Após empate com a Suíça, Brasil enfrenta Costa Rica
TROPEÇO - Empate na estreia frustra os torcedores brasileiros; na foto o lance do gol da Suíça (Foto: Reprodução)
Após a frustração de estrear com um empate em 1 a 1 (Philippe Coutinho e Steven Zuber) com a Suíça, na partida disputada na tarde do último domingo (17), a seleção brasileira foca na preparação para o confronto contra a Costa Rica, que acontece na manhã desta sexta-feira (22), a partir das 9h, na Arena Zenit, em São Petersburgo. Enquanto os jogadores trabalham para entrar em campo com o time totalmente preparado para a partida, os torcedores lençoenses se dividem nas opiniões, alguns confiantes, outros desanimados com a estreia.
Edgar Ferreira, de 23 anos, que trabalha como vendedor, é do grupo dos otimistas, que acredita que, apesar da estreia ter sido aquém das expectativas, a seleção vai engrenar nos próximos jogos e conseguir a classificação. “Todos estavam esperando um resultado melhor, de 2 ou 3 a 0, mas acho que um empate não foi tão mal assim. A pressão da estreia já passou e as vitórias vão vir nos próximos jogos”, comenta.
José Antônio Oliveira, de 67 anos, servidor público aposentado, se diz confiante na classificação, mas é mais cauteloso quanto ao restante do Mundial. “Se for depender do futebol que nós vimos no domingo não vai passar das oitavas de final. Classificar neste grupo, classifica, mas as seleções fortes vêm depois. Eu acho que a equipe tem condição de brigar pelo título, mas precisa mostrar o que mostrou nas Eliminatórias”, pontua.
O torneiro mecânico Bruno Gonçalves, de 35 anos, segue a mesma linha, dizendo que classificação para as Oitavas de Final deve vir sem problemas, mas que a equipe precisa jogar mais se quiser brigar pelo título. “A gente não pode esquecer que na próxima fase já tem algumas pedreiras, como o México, Suécia ou até a Alemanha, dependendo da classificação. É hora de jogar bola, porque o que vimos domingo não convence”, destaca.
Se dentro de campo o futebol da seleção brasileira ainda não animou os torcedores, o histórico dos confrontos contra a Costa Rica pode dar mais tranquilidade. As seleções principais dos dois países já se enfrentaram 10 vezes e o retrospecto é bastante positivo para os brasileiros: nove vitórias e apenas uma derrota e 32 marcados contra apenas nove sofridos.
Dois dos confrontos aconteceram em Copas do Mundo, ambos com vitórias do Brasil. No primeiro, em 1990, o placar foi de 1 a 0; no segundo, em 2002, a vitória foi de 5 a 2. A única derrota sofrida para os costa-riquenhos foi em um amistoso disputado em 1960, em San José, capital da Costa Rica, que terminou com o placar de 3 a 0.
Para o jogo de sexta-feira, a expectativa é que o técnico Tite entre em campo com a mesma equipe que iniciou o primeiro jogo (Alisson, Danilo, Thiago Silva, Miranda, Marcelo, Casemiro, Paulinho, Coutinho, Willian, Neymar e Gabriel Jesus), o que só deve ser alterado em caso de alguma lesão. Na tarde de ontem (19), o atacante Neymar deixou o treino antes do final com dores no tornozelo, mas o caso não foi tratado, pelo menos inicialmente, como grave.
Entenda como funciona o polêmico árbitro de vídeo
Na Copa do Mundo da Rússia, a Fifa implantou o sistema VAR (Video Assistant Referee), o famoso árbitro de vídeo, que tem o objetivo de ajudar o árbitro principal em lances considerados duvidosos.
Basicamente, o sistema consiste em uma central de monitoramento com imagens de diversas câmeras espalhadas pelo gramado, acompanhadas em tempo real por uma equipe de profissionais formada por juízes e ex-juízes de futebol, além de técnicos de vídeo que escolhem os melhores ângulos do lance duvidoso para o replay.
Segundo a Fifa, cabe ao árbitro principal solicitar a revisão de um lance, indicando com uma das mãos sobre o ouvido que está fazendo a consulta do VAR. Ele pode tomar sua decisão a partir das informações transmitidas pelo ponto eletrônico ou solicitar a revisão do lance fazendo um gesto desenhando um retângulo com as mãos, se dirigindo para o monitor de TV localizado na lateral do gramado para tirar a dúvida.
O VAR pode ser utilizado somente em lances decisivos do jogo que não ficaram claros para o árbitro e seus assistentes às margens do campo, como validar ou não um gol, marcar ou não um pênalti, identificar um jogador que tenha cometido uma falta passível de cartão vermelho ou quando um jogador receber um cartão de forma equivocada no ligar do outro que cometeu a infração.
RECLAMAÇÕES
Na partida do Brasil contra a Suíça, jogadores brasileiros pediram o uso do VAR em dois lances, mas não foram atendidos pelo juiz mexicano Cesar Miranda. No lance que antecedeu o gol de empate, diversos ângulos mostram Steven Zuber, autor do gol, empurrando o zagueiro Miranda após o escanteio, mas o árbitro entendeu o lance como normal. Outro lance foi um possível pênalti não marcado em Gabriel Jesus, também visto como lance normal pela arbitragem. A CBF (Confederação Brasileira de Futebol) chegou a enviar uma carta à Fifa questionando o fato. O presidente da Fifa, Gianni Infantino, revelou à imprensa que a carta será respondida pelo próprio árbitro.

 

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