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Pedras nos rins: Dieta correta é a melhor forma de prevenção
Especialista explica como surgem os cálculos renais e as formas de evitar o problema
Pedras nos rins: Dieta correta  é a melhor forma de prevenção
FATORES - Segundo especialistas, pedras nos rins surgem por fatores genéticos e também maus hábitos alimentares
Quem já teve uma crise de cálculo renal sabe como dói. Os sintomas começam de repente com queimação na região das costas, desconforto ao urinar, em alguns casos com presença de sangue e febre. As dores são intensas e aumentam conforme as horas se passam. Por isso, é essencial a busca por ajuda logo aos primeiros sinais com objetivo de evitar problemas mais sérios.
Segundo especialistas, as pedras nos rins surgem por fatores genéticos e também maus hábitos alimentares. São resultado do excesso de diversos elementos acumulados no organismo, como cálcio, ácido úrico e oxalato.
Quando não eliminadas, essas substâncias presentes nos rins se transformam em cristais. Segundo Daniel Marchi, médico do Instituto de Nefrologia de Bauru (Ineb), as partículas pequenas acabam eliminadas pela urina, mas as maiores ficam presas no ureter - canal que leva a urina até a bexiga. Para tentar eliminá-la, o organismo provoca contrações, por isso as dores intensas começam.  
 “Os cálculos renais podem causar obstruções, bem como infecções graves no trato urinário, com risco de insuficiência renal, tanto aguda como crônica. Quando não tratado, pode evoluir para uma infecção generalizada. Por isso, é essencial a busca por ajuda médica”, explica Marchi.
De acordo com o especialista, nem todos os cálculos precisam de intervenção cirúrgica. “Quando são menores que seis ou sete milímetros, podem ser eliminados espontaneamente ou com auxílio de algumas medicações. Já os cálculos maiores que 10 milímetros, muitas vezes, precisam de cirurgias por vídeo, convencional ou devem ser fragmentadas por meio de ondas de choque”, explica.
O médico afirma que a alimentação é um dos principais fatores para evitar o problema. Ingestão de água, por exemplo, é a regra de ouro para precaver as pedras nos rins. “Um baixo consumo de água aumenta o risco no desenvolvimento de cálculos renais. Quando ingerimos pouco líquido, produzimos menos urina e, desta forma, ela fica mais concentrada em alguns elementos, o que favorece a ligação dessas substâncias, a agregação de cristais e, futuramente, a formação de pedras”, revela.
Uma forma de avaliar se está ingerindo a quantidade adequada de água é conferir qual é a cor da sua urina. Se estiver com a cor amarela clara, significa que está de acordo com a quantidade ideal. Se a tonalidade estiver alterada, é necessário ficar atento.
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