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Diagnosticada com câncer aos 15 anos, agudense fala de sua história
Depois de superar a doença, Júlia Correa Matsumoto faz planos para o futuro e pretende cursar a faculdade de Recursos Humano
Diagnosticada com câncer aos 15 anos, agudense fala de sua história
BATALHA - Mesmo durante o doloroso tratamento, jovem agudense nunca tirou o sorriso do rosto (Foto: Divulgação)
Amanhã (4) é o Dia Mundial do Câncer, data criada em 2005 pela União Internacional para o Controle do Câncer (UICC) para conscientizar a população mundial sobre a doença. Não há como abordar o tema sem relacioná-lo às incríveis histórias de superação. Histórias como a de Júlia Correa Matsumoto, envolta em muita luta e fé.
Diagnosticada com câncer na língua em 2015, quando tinha 15 anos, a jovem agudense não fazia ideia de como seria inspiração para centenas de pessoas e o impacto que causaria aos olhos e corações do mundo, mas hoje é capaz de compreender o sorriso estampado em cada etapa de sua batalha vencida.
Quando descobriu a doença ela havia acabado de entrar para a Legião Mirim de Agudos e buscava o primeiro emprego como vários adolescentes, porém, teve que se afastar da entidade e da escola para realizar o tratamento, que se estendeu por um longo e doloroso ano, como ela mesma lembra.
Nesse período, além de lidar com os efeitos colaterais provocados pelas sessões de quimioterapia e radioterapia, ela teve que buscar forças para seguir em frente. Após a queda do cabelo ela revela que, por vergonha, sequer saía de casa, mas diz que encontrou na família o que precisava.
“Minha família e meu namorado foram meu suporte. Eu sabia que eles estavam comigo para tudo e me fizeram enxergar a felicidade mesmo na dor e a superar os obstáculos que viriam”, ressalta a jovem, que também teve o apoio de muitos amigos. “Enfrentei o tratamento com sorriso porque tinha pessoas verdadeiras ao meu lado”, completa.
Após um ano de tratamento, Júlia retornou à escola e à Legião Mirim, de onde foi encaminhada para o primeiro emprego como Menor Aprendiz. Trabalhou cerca de um ano na Biblioteca Municipal de Agudos, onde diz que foi recebida como filha pelas funcionárias.
Hoje, enquanto segue fazendo acompanhamento médico periódico e se prepara para iniciar um tratamento fonoaudiólogico, ela planeja cursar a faculdade de Recursos Humanos e se tornar uma profissional de qualidade, superando tudo o que vier apoiada na filosofia que a motivou durante toda sua história. “Nada é impossível. Basta querer”, diz.
Com o mesmo sorriso tímido de antes e um olhar capaz de transmitir toda sua força, a jovem continua conquistando a todos em sua volta e transmitindo a esperança de que tudo é possível quando se enfrenta de frente as batalhas da vida. Assim, ela segue como uma inspiração com sua história de superação e dedicação em busca de seus objetivos e sonhos.
 “Passei por algo horrível, agarrei a chance que eu tinha e não desisti. As pessoas não sabem esperar. Eu tive que esperar e se eu consegui, outras pessoas também conseguirão”, finaliza.
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