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Polícia Civil identifica suspeitos de homicídio
Delegado pediu a prisão preventiva de dois homens que podem estar envolvidos na morte do jovem Felipe Nardone
Polícia Civil identifica suspeitos de homicídio
INVESTIGAÇÃO - A Polícia Civil não informou os nomes dos suspeitos para não prejudicar as investigações (Foto: Gabriel Cochi/O ECO)
A Polícia Civil de Lençóis Paulista identificou nesta semana dois suspeitos de envolvimento na morte do jovem Felipe Eduardo Nardone, de 23 anos. Ele foi assassinado a tiros na madrugada do último sábado, dia 30 de dezembro, próximo a um bar localizado no Jardim Nova Lençóis. Os suspeitos tiveram a prisão temporária decretada pela Justiça e, até o fechamento desta matéria, estavam foragidos.
De acordo com informações da Polícia Civil, após diligências o Setor de Investigações Gerais da Delegacia (SIG) de Lençóis Paulista chegou a dois homens, de 22 e 32 anos, que podem estar envolvidos no crime. Para proteger o andamento das investigações, as identidades dos envolvidos não foram divulgadas.
Na última terça-feira (2), a Polícia Civil representou pela prisão temporária dos dois suspeitos, que foi acatada pelo plantão judiciário de Bauru no dia seguinte. As investigações seguem em andamento. Algumas testemunhas prestaram depoimentos e a polícia espera esclarecer o motivo do crime com a prisão dos suspeitos.
O CASO
Na madrugada do dia 30, último sábado de 2017, o Copom (Centro de Operações da Polícia Militar) recebeu uma chamada a respeito de um disparo de arma de fogo próximo a um bar na Avenida Adriano Anderson Foganholi e, segundo a denúncia, possivelmente havia uma vítima baleada.
Uma equipe da Polícia Militar se deslocou até o local, onde encontrou Felipe Eduardo Nardone ferido. Foi solicitada a presença da equipe de resgate que, quando chegou no local, tentou fazer manobras de reanimação, porém, sem sucesso.
A PM vistoriou uma casa noturna que há ao lado de onde o corpo foi encontrado, porém nenhum envolvido foi identificado. Em varredura nas imediações, a equipe localizou um carro estacionado no cruzamento entre as ruas dos Curiós e dos Beija-Flores. Em consulta ao emplacamento, foi constatado que o veículo era da vítima.
Equipes da Polícia Militar ficaram no local aguardando a chegada da Perícia Técnica, que constatou seis tiros, sendo três nas costas, um no pescoço, um na cabeça e outro no abdômen. Os peritos ainda apreenderam duas porções de cocaína e R$ 24 que estavam próximos ao cadáver.
Felipe Eduardo Nardone tinha 23 anos e foi sepultado ainda no dia 30 no Cemitério Parque Paraíso da Colina.
Agudos registra primeiro homicídio do ano
Na noite da última segunda-feira (1º), o corpo um homem foi encontrado com diversas perfurações causadas por faca em um canavial às margens da Rodovia da Amizade, entre Agudos e Borebi. O cadáver foi localizado próximo a um local conhecido como “Cruz de Ferro”. Na quarta-feira, a vítima foi identificada como Cláudio Aparecido de Abreu, de 47 anos, que, segundo a filha, estava desaparecido desde o dia 1º.
Após denúncia anônima, por volta das 22h do primeiro dia do ano, a Polícia Militar encontrou o corpo de um homem com vários ferimentos aparentemente causados por faca nas costas, no pescoço e na barriga, caído distante aproximadamente 300 metros da Rodovia da Amizade.
A vítima, que trajava camiseta, bermuda e tênis, foi levada ao IML (Instituto Médico Legal) de Bauru após o trabalho da Perícia Técnica. Com ele, nenhum documento foi encontrado. Na quarta-feira (3), a filha de Cláudio Aparecido de Abreu foi até o IML, onde reconheceu o corpo do pai. A vítima foi sepultada no dia seguinte, no Cemitério Municipal de Agudos.
VIOLÊNCIA
Na manhã de quarta-feira (3), outro caso chamou a atenção em Agudos. Um homem foi esfaqueado no peito após aceitar carona de um desconhecido. O crime ocorreu por volta das 6h, próximo ao seminário, na Zona Rural.
Mesmo ferido, o homem conseguiu seguir até uma praça localizada no bairro Professor Simões, onde pediu ajuda a populares. Ele foi encaminhado à UPA (Unidade de Pronto Atendimento) de Agudos. A vítima não soube informar os dados do autor do crime e disse apenas a cor do carro. O caso segue sob investigação.
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