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Frigol se torna quarta maior produtora de carne do país
Com novo frigorífico em Goiás, empresa lençoense deve aumentar faturamento em R$ 360 milhões
Frigol se torna quarta maior produtora de carne do país
EMPRESA SÓLIDA - Presidente do Grupo Frigol revela que expansão dos negócios resultaram em crescimento de R$ 360 milhões na receita anual (Divulgação)
O Grupo Frigol anunciou na quinta-feira (16), por meio de nota encaminhada à imprensa, que está expandindo os negócios. Ocupando, há alguns anos, lugar de destaque entre as maiores companhias produtoras de carne bovina do país, a empresa, com sede em Lençóis Paulista, finalizou as negociações para a incorporação, por meio de arrendamento, de um frigorífico no estado de Goiás, mais precisamente na cidade de Cachoeira Alta, perto da divisa com Minas Gerais. A negociação deve aumentar o faturamento da empresa em R$ 360 milhões.
Segundo a assessoria, a unidade pertencente à Rodopa Indústria e Comércio de Alimentos, tem capacidade para abater até 600 cabeças de gado por dia, o que deve representar um crescimento de cerca de 25% na capacidade de produção da empresa, elevando o número de abates para aproximadamente 60 mil animais por mês (cerca de 180 mil toneladas de carne por ano), o que coloca a Frigol no quarto lugar no ranking nacional.
A previsão é que o novo frigorífico entre em operação daqui a exatamente um mês, no dia 18 de dezembro. Com a incorporação da nova unidade, a Frigol passará a atuar em três estados brasileiros, com a matriz em Lençóis Paulista, dois frigoríficos no Pará, em São Félix do Xingu e Água Azul do Norte, e agora em Goiás, com a unidade de Cachoeira Alta.
De acordo com presidente executivo do Grupo Frigol, Luciano Pascon, a partir da expansão dos negócios, a empresa lençoense, que neste ano tem faturamento estimado em R$ 1,5 bilhão, tem expectativa de elevar a receita anual em R$ 360 milhões. Segundo ele, além do aumento no faturamento, a incorporação trará outros benefícios.
“Isso vai reduzir riscos de operação, vai melhorar a estrutura de custos, porque teremos matéria prima captada em diversas regiões. Vai melhorar nossa linha de produtos, já que Goiás tem animais com padrão mais elevado e que, consequentemente, produzem carne de melhor qualidade. Isso faz parte da estratégia da empresa, que está migrando para linhas de maior valor agregado e qualidade”, explica Pascon.
INVESTIMENTO
O frigorífico da Rodopa havia sido arrendado para o Grupo JBS, mas foi desativado no início deste ano, após determinação do CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), que cancelou o acordo em decorrência do descumprimento de condições pré-estabelecidas para a aprovação do negócio.
Segundo Pascon, como a unidade estava fechada, será necessário um investimento de cerca de R$ 5 milhões para que tenha condições de voltar a operar. Os recursos estão sendo utilizados para a compra de equipamentos, adequação de áreas industriais, estocagem da unidade com insumos e materiais de uso dos colaboradores, entre outras coisas.
Em dezembro, a unidade deve passar a operar com 50% da capacidade, em fase de testes, mas a previsão é que já em janeiro de 2018 o frigorífico esteja funcionando em seu limite de produção.
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