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Nível de emprego sofre segunda queda consecutiva em agosto
Apesar de saldo positivo no ano, mês fechou com mais demissões do que contratações em Lençóis
Nível de emprego sofre segunda queda consecutiva em agosto
QUEDA - Indústria de transformação demitiu mais do que contratou em agosto em Lençóis (Foto: Gabriel Cochi/O ECO)
Depois de um período de bom desempenho em 2017, Lençóis Paulista chegou ao segundo mês consecutivo de saldo negativo de empregos. Em agosto, de acordo com dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) do Ministério do Trabalho e Emprego, foram registradas mais demissões (582) do que contratações (548) na cidade, o que resultou em um saldo negativo de 34 vagas no mercado de trabalho.
Em julho, o saldo também havia sido negativo (-6), com 510 contratações e 516 demissões. Apesar disso, a cidade segue com saldo positivo de 337 vagas no ano (5.069 contratações e 4.732 demissões). Porém, no acumulado dos últimos 12 meses, o saldo está negativo em 535 vagas. Segundo o Caged, entre setembro de 2016 e agosto de 2017 foram registradas 7.584 contratações e 8.119 demissões no município.
O desempenho de agosto foi prejudicado, principalmente, pela Indústria de Transformação, que fechou 31 postos de trabalho (contratou 143 e demitiu 174 pessoas) no período. A Agropecuária (-16) e a Administração Pública (-1), também fecharam no vermelho. O desempenho só não foi pior graças à Construção Civil e ao Comércio, que fecharam o mês com saldo positivo de oito (contratou 80 e demitiu 72) e seis (contratou 115 e demitiu 109) vagas, respectivamente. O setor de serviços, com 152 contratações e demissões, fechou com zero de saldo. 
Cagarete faz projeções otimistas para 2018
Para o Diretor de Desenvolvimento, Geração de Emprego e Renda, André Paccola Sasso, o Cagarete, mesmo com o resultado adverso em julho e agosto, o ano tem sido de recuperação e as expectativas são boas para os próximos meses. O diretor acredita que, principalmente em 2018, com a expectativa de ampliação de linhas de produção de empresas locais - como a da Thomriss, anunciada em junho pelo Jornal O ECO - e a viabilização da vinda de novas indústrias para a cidade, o nível de emprego deve começar a subir.
Hoje (18), aliás, Cagarete está com o prefeito Anderson Prado de Lima, o presidente da Câmara, Manoel dos Santos Silva, o Manezinho, o vereador Ailton Aparecido Tipó Laurindo, e outros diretores da Prefeitura Municipal na cidade de Mallet, no Paraná, visitando as instalações do Grupo Sepac, que, como anunciou o Jornal O ECO na edição do último sábado (14), deve se instalar em Lençóis Paulista no próximo ano, com expectativa de geração de mil empregos até o quinto ano de operação.
“Estamos trabalhando muito nesse projeto, pois sabemos o quanto a vinda de uma empresa do porte da Sepac é essencial para a retomada da empregabilidade em Lençóis. Não são apenas os empregos diretos que serão criados, consideramos a geração de muitos empregos indiretos desde o processo de implantação da unidade. Um dos objetivos da visita é justamente verificar as demandas da empresa. Saber que tipo de mão de obra ela vai precisar para que a gente possa investir em formação e também saber quais os serviços que podem ser oferecidos por outras empresas locais. Trabalhamos para fomentar a geração e emprego em todos os sentidos. Isso certamente vai transformar nossa cidade”, explica Cagarete.
Macatuba tem o pior saldo do ano na região
Na região de circulação do Jornal O ECO, Pederneiras e Agudos tiveram bons desempenhos em agosto, com 121 (320 contratações e 199 demissões) e 32 (234 contratações e 202 demissões) vagas abertas, respectivamente.
Em Pederneiras, com exceção da extração mineral, que fechou no vermelho (-2), os demais setores contrataram mais do que demitiram. O destaque foi a agropecuária, que teve saldo positivo de 72 vagas.
Em Agudos, foram os setores de serviços (30) e construção civil (6) que alavancaram as estatísticas. Já a indústria de transformação (-4) e a agropecuária (-3) demitiram mais do que contrataram.
Macatuba fechou com saldo negativo de 30 vagas (106 contratações e 136 demissões), prejudicada pelo setor de serviços, que perdeu 41 postos de trabalho. A indústria de transformação (5) e o comércio (7) tiveram saldos positivos.
Areiópolis ficou com saldo zero no mês, com 36 contratações e demissões, com destaques para o comércio, que teve 11 vagas criadas, e para a agropecuária, que fechou com saldo negativo de 18 vagas. 
ACUMULADO
No ano, com exceção de Macatuba, que tem saldo negativo de 137 vagas, as demais cidades da região acumulam mais contratações do que demissões. Pederneiras (521) tem o melhor desempenho, seguida por Agudos (342) e Areiópolis (115).
No comparativo dos últimos 12 meses, apenas Agudos registra saldo positivo, com 225 vagas abertas. Macatuba (-243), Areiópolis (-86) e Pederneiras (-32) demitiram mais do que contrataram entre setembro de 2016 e agosto de 2017. 
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