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Adrenaline-se
por Gabriel Cochi que é diagramador e paraquedista
O primeiro
Como começar um texto novo em um site novo? Bom, acredito que possa começar parabenizando a todos nós!
Comecei minha vida dentro de jornais aqui no O ECO, aprendi a diagramar aqui dentro, aprendi a fotografar aqui dentro, enfim, aprendi a fazer jornalismo aqui dentro. Ainda engatinhando, fui conhecer novos ares, ainda dentro de Lençóis, mas o bom filho à casa torna e cá estou há pouco mais de um ano.
Agora posso me apresentar, sou Gabriel de Paulo Cochi, diagramador, fotógrafo e, claro (daí vem o nome da minha coluna), apaixonado por adrenalina.
Desde pequeno acompanhava meu pai em idas ao aeroporto municipal, ficava apaixonado vendo aqueles aviões, mesmo sem nunca ter entrado em um. Quando estava lá, ouvia histórias sobre os voos de José Ângelo Simioni e, também, sobre os paraquedistas que ele lançava aqui anos atrás.
Sabe aquele sonho que (acredito que) todo mundo já teve um dia? Estar caindo e não ver o chão chegar, apenas cair? Eu achava o máximo. O que para muitos parece ser um pesadelo me fazia acordar tranquilo e realizado.
Lembro de quando tínhamos as apresentações da esquadrilha da fumaça aqui em Lençóis. Eu subia no telhado de casa para ver aquilo, meus olhos brilhavam, e ainda brilham! Acredito que nunca vai passar, rezo para que não passe.
Quase dois anos atrás, eu conversava com um amigo e um cliente da loja onde ele trabalhava sobre paixão por velocidade e por adrenalina e o cliente me disse “eu gosto de moto, mas não para correr, se quer velocidade, salte de paraquedas!”, aquilo me abriu um sorriso enorme, esperei apenas ele sair da loja e já pedi pro meu amigo procurar no Google uma escola de paraquedismo em Boituva, onde fica o Centro Nacional.
Liguei para a primeira que achei e perguntei para quando poderia marcar o salto, a secretária da escola disse que eu precisava de dois dias de antecedência, muita coisa poderia acontecer em dois dias, perguntei se já não poderia ser no dia seguinte, ela pensou um pouco e disse “sim”. No outro dia, 8 da manhã eu já estava lá, ansioso, nervoso, às 11h saltei e aconteceu o maior problema de todos, eu gostei! Digo isso, pois quando alguém me pergunta qual o maior problema do paraquedismo, eu respondo que o problema é se gostar e nunca mais querer parar. Adeus finanças!
Alguns meses depois voltei à escola com uma intenção diferente, saltar sozinho, voar! Fiz o curso, mas, como não sou rico, fiz do jeito mais lento possível (risos), em 8 meses, um nível por mês. E de lá pra cá, sou feliz!
Penso que toda realização de sonho faz feliz, até dos mais estranhos (quando sonhos, não pesadelos), como eu sempre gostei da sensação de me sentir caindo, posso dizer que realizei um sonho e o realizo a cada salto, a cada descarga de adrenalina e, não, não quero parar no paraquedismo, vou além! Porém, posso praticar qualquer esporte, radical ou não, minha paixão será sempre voar. Pode até ser dentro de um avião, mas se eu puder saltar dele, juro, serei sempre feliz.
Seja bem vindo à Coluna Adrenaline-se!
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