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Márcia Pompermayer
O mundo empresarial sob a ótica da mulher moderna
Como anda seu emprego na atual crise?
Existem três perfis profissionais que se destacam e são relevantes para funcionários que querem se manter no emprego nesta crise. É o que dizem os empresários brasileiros.
Assisti nesta semana uma entrevista muito interessante sobre as grandes dificuldades na economia brasileira, focando no desemprego. Discutiam-se quais comportamentos e atitudes que os empresários esperam de seus funcionários, nesse momento em que o Brasil terá uma das maiores altas do número de desempregados.
A Organização Internacional do Trabalho (OIT) informou que o número de desempregados no Brasil subirá de 7,7 milhões em 2015, para 8,4 milhões em 2016, estabilizando em 2017.
O que fazer para não ser parte desta estatística alarmante? Será que de fato existe algo que se possa fazer para assegurar o emprego atualmente?
Muitos empresários brasileiros, em resposta às expectativas de desemprego, fizeram considerações fundamentais sobre os critérios que eles utilizam para reter na empresa um funcionário em detrimento do outro. Asseguram que o profissional que tiver um dos três perfis profissionais citados abaixo é que terá maior chance de garantir o seu posto de trabalho.
O primeiro perfil é o funcionário altamente produtivo, que produz além das metas estabelecidas. Ser produtivo inclui fazer certo da primeira vez, mesmo que o planejamento leve um pouco mais de tempo, evitando assim os desperdícios. É aquele que tem foco nos interesses da empresa e que adota postura de dono. Já os chamados “tarefeiros”, funcionários que realizam apenas as tarefas estipuladas do dia, não tem mais o perfil ideal para qualquer oportunidade de emprego em época de crise.
O segundo perfil é o funcionário chamado de “Coringa.” O coringa é aquele que, além de exercer a função que lhe foi designada, consegue também desempenhar outras funções, e com maestria. Ele sabe onde fica tudo, sabe como ligar aquela máquina complicada, resolver problemas de informática, conhece cada funcionário pelo nome e está sempre de bem com a vida. Ele ajuda a manter o local de trabalho em ordem, é confiável e tem compromisso com tudo que assume. Mas aquele funcionário mal humorado, que só reclama e sempre diz, “não dá, não sei, estou ocupado agora, isto não é minha função!”, certamente não conseguirá manter se empregado por muito tempo.
O terceiro perfil é o funcionário “especialista”, e sem dúvida o último a ser dispensado porque ele está ligado diretamente na atividade fim da empresa, ou seja, a atividade da qual a empresa se propôs a comercializar. É o responsável em produzir o produto (na indústria) ou realizar o serviço (na prestação de serviço). Tem conhecimento especifico e técnico do negócio. Está envolvido nos processos produtivos da empresa com foco em resultados contínuos. É um profissional que exige um tempo mais longo para a sua formação e, por isso, difícil de ser substituído rapidamente.
A sobrevivência no atual mercado de trabalho exigirá também flexibilidade do profissional, que deverá estar preparado para mudanças, adequando-se a nova realidade da empresa.
Nosso esforço como empresário é no sentido de manter os empregos. No entanto a situação é difícil, com o agravamento politico e econômico que o país enfrenta. É inegável que está situação deixa todos nós brasileiros, empresários ou funcionários temerosos em relação ao futuro.
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