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Márcia Pompermayer
O mundo empresarial sob a ótica da mulher moderna
Para além da crise atual
Existe hoje um grande desafio para todos nós empresários e ele ultrapassa as dimensões da crise atual - econômica, financeira, social e politica.
Segundo o artigo “Respondendo a crise com novas perguntas” da revista Harvard Business Review, de dezembro de 2015, vivemos hoje a transição do capitalismo para o “digitalismo”- as regras do jogo mudaram. O digitalismo impõe que todas as empresas deverão se redesenhar em função das ferramentas digitais, este é o desafio.
A indústria da música foi uma das primeiras que vimos e ajudamos a se redesenhar. Em um ano de Brasil o “Spotify” já forneceu 200 milhões de horas de música aos consumidores brasileiros. Mudou a indústria da música misturando imaginação e ferramentas digitais, e com isso criou uma nova forma de agregar valor aos seus serviços.
Esta grande mudança não está sendo considerada pela maioria dos executivos brasileiros. Nosso foco está na crise circunstancial do Brasil, o que nos impede de ter um olhar mais amplo e urgente neste contexto de transformação.
Imersos na crise fazemos perguntas e tomamos ações “de curto prazo”, que poderão deixar as empresas reféns do momento atual e despreparadas para o futuro. E com isso as medidas que parecem ser tão óbvias, também podem ser letais no médio e longo prazo, como adiar o desenvolvimento de novos produtos e serviços, encarando-os como custos e despesas ao invés de considera-los como investimento.
E ao contrário do que muita gente imagina as crises sempre foram um campo fértil para boas oportunidades de negócio. São momentos propícios para a reinvenção das empresas e seus processos. 
Precisamos formular novas perguntas que nos ajudem a enfrentar o desafio de reconfigurar e adaptar o nosso modelo de negócio para o futuro.
“Seus produtos ou serviços estão alinhados com as necessidades dos consumidores do futuro?”
“Como transformar o seu modelo de negócio para operar no mundo digital?”
“Como as mudanças no modelo de negócio perpetuam o propósito da organização?”
“O que a empresa faz melhor que os seus competidores e deve ser protegido?”
Ainda segundo o artigo, se superarmos a armadilha das perguntas superficiais e se respondermos o questionamento acima proposto, teremos uma estratégia adequada ao novo mundo digital; teremos nossos propósitos consolidados ou repensados; teremos nossos modelos de negócio adaptados, e estaremos preparados para a era da “digitalização”, com uma nova receita de valor duradouro.  E o futuro nos parecerá mais promissor.
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