Publicidade
Publicidade
Publicidade
Papo Reto
por Zé Santos, que é músico, educador musical e professor de percussão
Você deve ou cobra?
É nos bailes da vida que reconhecemos e desconhecemos aqueles que já conhecíamos, pensar em tudo isso baseado apenas em pequenas perspectivas nos permite enxergar, coisa difícil atualmente, já que vivemos numa busca feroz e veloz pelo lucro, nesse caso a razão pertencerá somente a pequenos grupos que sempre ficam mais ricos e como consequência empobrecem a grande maioria, sempre se apresentam rodeados de soldadinhos puxa sacos em busca de algum benefício próprio. Tem sempre seus nomes estampados como figuras ilustres nas cidades, compondo uma sinfonia burguesa com suas notas em contas bancárias muito bem vigiadas pelo nosso sistema infectado pela corrupção, muitas vezes lideradas pelos tais, conhecidos como políticos, patrões e disciplinas, e detalhe, somos nós que alimentamos e bancamos essa máfia. 
Se preocupar? Tolice.
 Pra que se as coisas sempre foram assim, até a família de José, esposo de Maria mãe de Jesus, pagou impostos. Vamos, precisamos com muita fé pagar também! Isso acontecia e sempre ira acontecer, certo. Ai eu pergunto:
Onde estão nossos benefícios por pagarmos tanto? 
Até quando vamos arrasando aos poucos com nossos ideais?
 O papo já esta cheio, e engolir já não é possível. Não podemos mais ostentar esse gosto amargado do descaso. 
Acreditar e enxergar as coisas boas da vida é apenas um jeito de viver melhor, ou não passa de uma fantasia vivida por quem tem uma visão distorcida do mundo?
O que é melhor pros filhos do Brasil, educação pública durante o ensino fundamental/médio, e privado no acadêmico, ou educação privada no fundamental/médio, e pública no acadêmico?
Uma coisa é fato, precisamos assegurar não só educação de qualidade, e sim um governo que sinta o pulso das vidas que representa. 
Todos carregamos marcas de tantas outras pessoas, nunca estamos sozinhos, mesmo entre linhas tortas continuamos trilhando nosso caminhamos pelo certo, como guerreiros frágeis e fortes.
Não existe crescimento sem experimentar o sabor do não, dúvidas e inseguranças nos asseguram um aprendizado real degustado pelo paladar das escolhas. 
Graciliano Ramos disse em uma de suas obras:
“Comovo-me em excesso, por natureza e por ofício. Acho medonho alguém viver sem paixões”.
Dê que paixões ele se refere?
Do amor impossível que desenhamos, ou da busca desleal pela riqueza? 
Do sentimento puro e espontâneo de uma criança, ou da ignorância bruta vinda de nós adultos com o futuro de nossos filhos pátria amada Brasil?
Precisamos nos apaixonar pelas causas que reflitam para o bem e pelos direito de todos, visando alcançarmos uma qualidade de vida melhor para nossa sociedade, garantindo-lhes acesso aos serviços públicos com eficiência, descontruir quem prática essa politicagem barata que só encarece a vida do brasileiro. 
De quem é a culpa?
Quem paga pela culpa é culpado?
Quem paga?
E quem cobra, cobra?
Não sabemos!
Só sabemos que paga-se muito caro além dos juros e correção monetária.  É por isso que continuaremos seguindo, apoiando e financiando lado a lado aquele que “cobra”. 
Você cobra?
comentários Comentário
Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.
  • Ainda não há nenhum comentário para o Artigo. Seja o primeiro!
Publicidade
Publicidade

Todos os direitos reservados © Jornal O ECO 2017 - oeco@jornaloeco.com.br - telefone central: (14) 3269-3311

desenvolvido por Natus Tecnologia