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Fagulha Musical
por Cleiton Rolo, músico e designer gráfico
Amor: O Marco Zero da Música
Amor: O Marco Zero da Música
Como apreciador de uma das formas mais antigas e profundas de manifestação pessoal, me vejo obrigado a redigir um texto sobre o tema que mais movimenta a história da música popular: o amor. A absoluta, a pertinente, afável, saudosa, onipresente, confortável e necessária música sobre amor.
Frank Zappa, no entanto, disse algo como: “No mundo existem mais músicas falando sobre amor do que qualquer outro assunto. Se músicas influenciassem as pessoas, amaríamos uns aos outros” Do jeito que a nossa realidade se encontra, dá até para concordar. Mas não, sejamos otimistas e deixemos nos levar pela mágica existente entre as melodias e ritmos que trazem velhas recordações de relacionamentos, grandes momentos da juventude marcados pelos comerciais de Love Collection da TV Manchete, o sabor das balas Freegells na escola e até aquele amor platônico pós comédia romântica em domingos de chuva na janela. Eu sei que é assim.
Nem que eu citasse mil nomes de artistas, conseguiria expor a imensidão de boas composições, mas lembrando das músicas que mais me tocaram nesses recém-completados 34 anos de idade, cito aqui “Oh My Love”, de John Lennon, que é a que considero uma das mais verdadeiras declarações. Tem também “Eternal Flame”, da banda Bangles, um clássico irrefutável da Sessão da Tarde na adolescência, assim como “My Girl”, dos Temptations. Lembro de uma saudade que não vivi ao som de Minnie Hipperton com sua incrível voz em “Loving You”. Choro com a versão visceral e irregular de “Sea of Love”, com Cat Power. Tenho um apreço profundo também pelas várias canções de amor sempre presentes em coletâneas da Som Livre: Stevie Wonder, Bee Gees e Rod Stewart que sempre abordaram o amor como poucos. Um grupo de Doh Wop chamado The Five Satins gravou na década de 50 uma das músicas mais tocadas em filmes, séries e outros: “In The Still of The Night”. Quero ainda lembrar das músicas “Little Lou, Ugly Jack, Prophet John”, de Belle & Sebastian com participação de Norah Jones, e de uma novidade tocante chamada “Without You”, de Tobias Jesso Jr
Seria muita ingratidão da minha parte não redigir pelo menos mais umas duas dúzias de textos sobre isso. Curta um som e nos vemos por ai!
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