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Casal Adrenalina
Viviane e Daniel Covre vão trazer dicas e informações para os viciados em esporte!
Bebida alcoólica e desempenho na atividade física!
Consumo de álcool e prática de atividades físicas, dois hábitos incompatíveis. 
As bebidas alcoólicas e os exercícios não podem ser associados. Há uma série de motivos para que esta combinação não seja feita:
 - O primeiro é que bebidas alcoólicas geram aumento de peso. Fornecem uma quantidade importante de calorias, apesar de não fornecer nutrientes (proteínas, vitaminas ou minerais), por este motivo, são chamadas de ‘calorias vazias’. Cada grama de álcool puro fornece sete calorias, porém, o total de calorias nas bebidas alcoólicas varia amplamente de acordo com o tipo da bebida. Por exemplo: uma lata de cerveja possui quantidade de calorias aproximadamente equivalente a uma barra de 30 gramas de chocolate ou a uma unidade de pão francês.
 - Outra questão refere-se à influência negativa que o consumo de álcool pode causar na performance dos atletas. O processamento de informações e, portanto, uma ampla variedade de habilidades psicomotoras são prejudicadas, tais como tempo de reação, precisão, equilíbrio, coordenação complexa e a capacidade de tomar decisões mais rápidas e racionais. Em esportes que envolvem rápida mudança de estímulos, o desempenho será ainda mais prejudicado.
Ainda, dados da literatura científica evidenciam que ingerir álcool pode levar à diminuição do uso de glicose e aminoácidos pelos músculos, interferindo no depósito de energia e no metabolismo durante o exercício. Sabe-se também que o álcool tem propriedades inflamatórias podendo prejudicar a disponibilidade de nutrientes e diminuir a secreção de hormônios no crescimento.
Cabe lembrar que muitos atletas de provas longas fazem uso de medicamentos como anti-inflamatórios, analgésicos, relaxantes musculares e alguns de seus componentes, como paracetamol, não devem ser consumidos concomitantemente com álcool pelos potenciais efeitos tóxicos para o fígado. Ainda, uma série de anti-inflamatórios não esteroidais (ácido acetilsalicílico, ibuprofeno e naproxeno) expõem a mucosa do estômago a efeitos potencialmente graves, assim como álcool, o que implica em risco, ainda mais quando usados ao mesmo tempo.
Apesar de o álcool fazer parte de relações sociais há milhares de anos, o esportista que almeja atingir grandes resultados tende a se beneficiar por restringir seu consumo. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), não existe um nível seguro para o consumo de álcool. Se a pessoa bebe, há risco de problemas de saúde e outros, especialmente se for mais que duas doses por dia e não deixa de beber por pelo menos dois dias na semana.
Por fim, na relação entre álcool e esporte, outro ponto de vista que interessa, particularmente, é o benefício complementar que a prática de atividade física tem no tratamento de dependentes. Estudos indicam que exercícios moderados colaboram com a recuperação, diminuindo o número de recaídas e episódios de uso nocivo.
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